No coração da Inglaterra do século XIX, especificamente na fábrica de Quarry Bank Mill (ainda aberta para visitação), em Manchester, o ritmo das máquinas transformava radicalmente o trabalho e a vida cotidiana. O algodão tornara-se a principal matéria-prima da indústria têxtil inglesa, que até então produzia principalmente tecidos de lã. Em A máquina tagarela e o operário solitário, Alessandra Naccarato evidencia a nova realidade das fábricas: jornadas longas, mecanização crescente e relações sociais fragilizadas. Nesse ambiente, o som contínuo das máquinas e o silêncio dos trabalhadores, revelava o descompasso entre a produção acelerada e a vida humana. A narrativa acompanha a rotina de um operário anônimo, mostrando que, “o trabalho, em sua essência, nunca foi inimigo do homem; é por meio dele que se participa da criação, se sustenta a vida e se encontra dignidade. Mas, quando perde sua medida e deixa de servir ao homem para dominá-lo, ele se corrompe, e com ele, também a sociedade”.
A máquina tagarela e o operário solitário
R$ 80,00
Alessandra Naccarato é carioca, mas vive em Belo Horizonte desde a infância. Estudante de letras na Universidade Federal de Minas Gerais, católica, e prestes a se formar, tem na escrita e na comunicação sua principal paixão. Publicou artigos, participou de projetos literários, fundou uma empresa júnior focada em textos na UFMG e conquistou bolsas internacionais na área. Busca transformar esse grande e persistente interesse em carreira, fazendo da linguagem um instrumento de trabalho, educação e comunicação.
Título da obra: A máquina tagarela e o operário solitário
Autor(a): Alessandra Naccarato
Gênero da Obra: Romance
Formato: 14x20
ISBN:
Número de páginas:
Editora: Caravana
Capa e editoração eletrônica: Ana Luiza Bilheiro Barata





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