Um período de residência metafísica em Santo Amaro, Lisboa. A língua portuguesa, vista de uma perspectiva não nativa, metafísica e romântica da cidade, criam um estado de espírito único num Flâneur nascido em Caracas, um modo de sentir quase espectral que conduz a uma perversão inédita das palavras. O “método de recorte” de Tristan Tzara, venerado por Bowie, concebido pelo autor, tão português tanto quanto estrangeiro, rompe com a linearidade do que é formalmente literário para descobrir uma linguagem que emana do seu mesmo delírio técnico. O resultado? Vinhetas onde existe uma linearidade invisível na deriva que aterra em diferentes lugares, num delírio quase sempre noturno, retratando uma viagem vertiginosa e visceral de autoconhecimento e descoberta sintática, culminando num diário visual da deriva. Concebida para o leitor infinitamente curioso, jovem ou velho, ávido de novas conceções poéticas, um impulso em si, que convida à descoberta de uma extravagância literária desconhecida.
Papéis de Lisboa e outros fogos
€ 20,00
Manuel de Sousa, nascido em Caracas, em 1975, é licenciado em Relações Internacionais e é um escritor multilíngue, músico e artista visual que divide a sua vida entre Barcelona e Lisboa. Os seus artigos, poesias e imagens foram publicados em revistas culturais, antologias poéticas e papers que foram apresentados em conferências de Estudos Culturais em Milão e Antuérpia. Em 2025, publicou um livro em espanhol — uma obra que mescla poesia e narrativa — intitulado Barnafernalia.
Título da obra: Papéis de Lisboa e outros fogos
Autor(a): Manuel de Sousa
Gênero da Obra: Poesia
Formato: 14x20
ISBN:
Número de páginas:
Editoras: Caravana e Mercador
Capa e editoração eletrônica: Cecília Rosa





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