Para que servem as cinzas, de Emanoel Marques, tece os (des)caminhos do rompimento, da separação daqueles que, em algum momento, nutriam alguma espécie de afeto entre si. Mesmo que pareça um tema um tanto quanto explorado desde os tempos de Virgílio em sua Eneida, onde temos os germens da sintomatologia amorosa, vale um olhar mais atento sobre esta série de poemas. Os tempos exigem uma pausa e pedem o reconhecimento da nossa vulnerabilidade ante as forças da natureza e das paixões.
Leonardo Costaneto
Emanoel Marques é natural de Fortaleza-CE. Aos doze anos de idade, escreveu seu primeiro poema. Em 2019, começou a escrever ostensivamente, como forma de terapia, diversos poemas e contos. Em 2021, o primeiro livro de poemas — A poesia e seu lugar no caos. Além de autor, é bacharel em direito, pela Universidade Federal do Ceará, e servidor público federal.
Autor: Emanoel Marques
Gênero: Poesia
Coordenação editorial: Leonardo Costaneto e Olavo Romano
Capa e editoração eletrônica: Ytana Mayanne
Coleção 2em1
Tamanho: 12 x 18cm
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