Em tempos de acirramento de disputas ideológicas, A educação (sexual) como guerra cultural surge como um manifesto narrativo e conceitual incontornável. Distanciando-se do punitivismo e do moralismo que engessam o debate contemporâneo, esta obra adentra um território dissidente. Aqui, as escrituras autobiográficas e a pedagogia decolonial cruzam-se para tensionar os limites normativos da instituição escolar. A partir da formulação da teoria cítrica, propõe-se uma erotização da investigação em educação, operando uma audaciosa reapropriação de corpos e memórias confinados aos rótulos do desvio. O corpo, liberto de seus controles habituais, assume-se como espaço de experimentação estética e política. Tecida sob o calor dos trópicos, esta escrita borra as fronteiras entre prazer consentido, dissidência e fazer científico, convidando a uma reflexão urgente sobre os limites do afeto e a reinvenção radical do espaço pedagógico.
A educação (sexual) como guerra cultural
R$ 80,00
Francisco Ramallo, doutor em humanidades eaArtes (UNR), com pós-doutorado pela UFPE e pelo INES, é Investigador assistente no CONICET e professor adjunto na Universidad Nacional de Mar del Plata, onde dirige o Grupo de Investigações em Educação e Estudos Culturais (GIEEC). Professor visitante na UEFS, sua teoria cítrica articula programas e projetos educativos em ambientes narrativos para a produção científica nas áreas de história da educação, investigação autobiográfica, teoria queer e estudos decoloniais.
Título da obra: A educação (sexual) como guerra cultural
Autor(a): Francisco Ramallo
Gênero da Obra: Ensaio
Formato: 14x20
ISBN:
Número de páginas: 112
Editora: Caravana
Capa e editoração eletrônica: Cecília Rosa





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