Solo seco seiva nômade vem da maturação de um corpus poético, lapidado ao longo de vinte anos de escritas e viagens do autor, que nos convida a seguir seu itinerário, que parte de uma poiésis urbana à da secura dos sertões. O livro propõe um olhar pós-século XX e suas crises, guerras, assim como sobre a entrada no atual momento de humanidade, sem rede de segurança. Este voo entre uma Era e outra, com seus momentos de meditação, de respiro, inicia com um sobrevoo da situação civilizatória. Solo seco seiva nômade evoca questionamentos existenciais, a vivência e a experiência interna que é de cada ser humano, e não apenas de um autor. Revela o que valeu a pena, o que nos fez mais fortes e o que ficará para as próximas gerações. Há um olhar saudosista visto por entre as frestas, porém a esperança na humanidade persiste em todo o percurso sentimental deste Opus minimalista, obra que foi semeada e regada ao longo de tantos anos.
Emílio Quintans foi criado nos anos 70, em Olinda, PE. Amava literatura de cordel. No Rio de Janeiro, iniciou-se na escrita. Fez estudos no Canadá, na UQAM (Roteiro e Literatura). Estudou comunicação entre 1996 e 1999, na UFRJ, trabalhando no mercado editorial como revisor e tradutor. Em 2011, publicou Como driblar a laranja mecânica, livro de contos. Em 2012, publicou Légua tirana, livro de versos e fotos em P/B. Em 2014, lançou Subverso, de prosa poética, e Poemia, livro de poesia publicado em 2018. Em 2020, durante a pandemia, publicou a ficção científica e romance Híbrido.
Título da obra: Solo seco, seiva nômade
Autor(a): Emílio Quintans
Gênero da Obra: Poesia
Formato: 14x20
ISBN:
Número de páginas:
Editora: Caravana
Capa e editoração eletrônica: Ramiro Magalhães





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