“Em aquilo que resiste, fábio prado registra um viver poético intenso e ambicioso. Pouco mais de um ano após o seu livro de estreia (estilhaços íntimos, 2025), a nova obra do poeta revela aprofundamento em um estilo autêntico, que confere à poesia o papel de vértice magistral da emoção e da linguagem. O autor brada: “exorcismo é pra medroso: quero instinto e possessão,/fariseus e apóstolos,/legião e legado,/matéria-poesia”. O que se lê são poemas quiméricos. Líricos e épicos. E isso não se dá por acaso. Aquilo que parece resistir entre os versos pradianos é a fé na linguagem como forma sagrada — e por que não profana — de acesso ao íntimo. Ao leitor, fábio prado entrega poemas-instrumentos para nomear o novo mundo que a nós se revela, a cada dia, de forma mais assombrosa e volátil. E se precisamos nomeá-lo, que sejam com poemas que não o deixem escapar pelos dedos. A poesia de fábio prado é cérebro, corpo, coração e mãos.” Guilherme Morais
fábio prado (Veneza, 2000) cresceu em Campina Grande, Paraíba. doutorando em linguística na Unicamp, onde também fez o mestrado, é graduado em letras pela Universidade Federal de Campina Grande. sua poesia articula o confessional e o fragmentário, explorando o lirismo da ruína, a ironia da existência e os processos de reconstrução do eu. é autor de estilhaços íntimos (estreia) e aquilo que resiste, seu segundo livro.
Título da obra: aquilo que resiste
Autor(a): fábio prado
Gênero da Obra: Poesia
Formato: 14x20
ISBN:
Número de páginas: 100
Editora: Caravana
Capa e editoração eletrônica: Cecília Rosa





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