A obra “Olho Vivo” é um complicado de poemas reflexivos em que a prosa poética predomina com criatividade, humor e ironia.
A linguagem, ora coloquial, ora rebuscada mira na arte para revelar o que os olhos captam através da “íris” e da “lente”: as duas divisões da obra.
O olho vê o objeto e transforma-o em poesia. O olho é um órgão sensorial e “vê” é uma palavra conotativa e simboliza qualquer sentido que se possa tocar, ouvir, cheirar ou degustar.
Olho Vivo transforma os sentidos (sensorial), o pensamento (memórias) e os pensamentos e os objetos para criar outro mundo, transformando as linguagens do mundo em poesia (outro mundo).
A poeta, Débora Muniz, transforma o seu Olho Vivo, sensorial e meticuloso em poesia e prosa. O sentido (emoção) e o pensamento (memória) são o start para a tecitura da poesia. Urdir versiprosa é fiar poesia com duas agulhas para criar um tricô em um meado de linhas.
Sentidos (sensorial) + objetos (memória) + mente (criação) = poesia
Débora Muniz

Débora Muniz nasceu em 1979, no norte de Minas Gerais, na cidade de Montes Claros, onde reside com o esposo e seus dois filhos. Graduada em bacharel e licenciatura em educação física pela Unimontes e especialista em ecoturismo pela UFLA, trabalhou durante 10 anos com esportes de aventura na empresa Trilhas Gerais — Turismo Ecológico-MG, foi treinadora durante 3 anos da equipe de atletismo da Unimontes, ministrou curso de hidroginástica pela UFMG e, durante 14 anos, foi microempresária do ramo alimentício de sorvetes artesanais. É professora de educação física pela rede municipal de ensino de Montes Claros e autora dos livros infantis A poesia das brincadeiras e O soldadinho do bem. Em 2025, publicou o livro de versos minimalistas Minimalismo.



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