Se chover, deixe-me passar, de Aderbal Bastos Barroso, filho da mesma terra que eu, Sergipe, evoca as lembranças do passado, com seus cheiros e sabores, a pele que se atiça em recordações. Além disso, o caráter etéreo, etílico, de algumas poemas, me lembra a poesia do grande poeta Mário de Sá-Carneiro, que inaugurou o Primeiro modernismo português, no ano de 1916 e que fez de si a maior a obra sua. Por outro lado, aqui o poeta não se deixa aprisionar pelo lido ou pelo vivido: ele persegue o próprio caminho e vai além, confirmando que sua lírica é viva e eloquente, com uma dicção encantatória àqueles que apreciam a boa literatura.
Leonardo Costaneto
Aderbal Bastos Barroso, o Betinho de Celina, é natural de Carrapicho, distrito de Neópolis, hoje Santana do São Francisco, Sergipe. Criador da Revista do sarau literário de Neópolis, participou de diversas antologias, além de possuir quase uma dezena de obras individuais.
Título da obra: Se chover, deixe-me passar
Autor: Aderbal Bastos Barroso
Coordenação editorial: Leonardo Costaneto e Olavo Romano
Revisão: Caravana Grupo Editorial
Capa e editoração eletrônica: Dilemardo Neto
Ilustrações:
Ilustração da capa:
Selo: Caravana
Gênero: Poesia
Páginas:
Formato: 12×18
ISBN: 978-65-5061-252-8
Conselho Editorial: André de Souza Pena (UFMG) Bárbara Castelo Branco Monte (UNIFOR) Elaine Martins (UFMG) Jucelia Souza da Silva (UFMS) Leonardo Costaneto (Editor) Márcia Letícia Gomes (FURG, Unir) Olavo Romano (Editor) Reginaldo Leite (UFRJ, UERJ) Rodrigo da Costa Araujo (UFF) Rogério Silva Pereira (UFGD)
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