Nos tempos do coronelismo, na chamada Primeira República do Brasil, habitou a Chapada Diamantina um sertanejo bravo, porém muito civilizado e guardião da paz, que destoava do costume vigente de pegar nas armas para resolver problemas pessoais ou coletivos. Desejava e defendia o desarmamento do sertanejo, e que as questões pessoais ou públicas se resolvessem perante a justiça, entretanto, quanto mais ele se afastava das lutas armadas mais elas o procuravam, por ser a alternativa mais fácil no local onde os coronéis é que faziam as leis e onde os governadores tudo faziam para manter os seus currais eleitorais, inclusive com o envio da força policial para brigar com seus opositores. Homem de coragem, de corpo fechado e até dizem: mandingueiro. Derrotou repetidas vezes seus adversários, também coronéis, e até a Coluna Prestes botou para correr. Ele foi o último coronel.
Luís Bacelar Vidal nasceu em Salvador, Bahia. Bacharel em ciências contábeis pela UFBA, atuou como auditor fiscal de Receita Federal e Perito Judicial. Aposentado, escreveu: Éramos três, Minha amada assassina, A mártir do labor e Outros contos da vida. Pela Caravana, publicou O caixeiro que falava inglês, Mansão dos ingênuos e Flor divina.
Título da Obra:O último coronel
Autor: Luís Bacelar Vidal
Gênero da Obra: Romance
Formato: 14x20cm
ISBN: 978
Número de páginas:260
Editora: Caravana
Capa e editoração eletrônica: Cecília Rosa





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