{"id":56638,"date":"2024-10-30T01:23:00","date_gmt":"2024-10-30T04:23:00","guid":{"rendered":"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/?p=56638"},"modified":"2026-02-06T02:18:34","modified_gmt":"2026-02-06T05:18:34","slug":"a-china-pelo-meu-olhar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/es_uy\/a-china-pelo-meu-olhar\/","title":{"rendered":"A China pelo meu olhar"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Chegar na China por Pequim \u00e9 assombrar-se. \u00c9 entrar em uma modernidade ainda n\u00e3o vivida por n\u00f3s e tamb\u00e9m mergulhar em uma cultura com mais de 5 mil anos. Foi essa a porta que se abriu para mim e eu entrei. Sem conseguir ler sequer uma placa e me sentindo tamb\u00e9m muda (eles ainda s\u00e3o monoglotas), senti que eu precisava de ajuda.<\/br>\n<\/br>\nComo este \u00e9 o ano do Drag\u00e3o, resolvi segui-lo. Vamos, ele me disse, n\u00e3o tenha medo. E, soltando pequenas labaredas, segurou minha m\u00e3o levando-me para o meio de avenidas largu\u00edssimas, arborizadas, lotadas de carros de luxo e motonetas, quase tudo el\u00e9trico, garantindo sil\u00eancio a toda a agita\u00e7\u00e3o. Percebendo meu espanto diante de tantos Porsches, Teslas. Mercedes e, uma certa ansiedade, ele ent\u00e3o soltou labaredas prateadas e cochichou no meu ouvido: n\u00e3o se assuste, amanh\u00e3 vou lev\u00e1-la a um lugar mais calmo. E me conduziu para a Cidade Proibida.<\/br>\n<\/br>\nL\u00e1, com 3 mil anos penetrando no meu corpo, entrei em pavilh\u00f5es e templos maravilhosos, chorando em cada um deles. N\u00e3o gaste todas as suas l\u00e1grimas aqui, o drag\u00e3o me preveniu, voc\u00ea ainda vai chorar muito, e me carregou para o Pal\u00e1cio de Ver\u00e3o do Imperador, seguindo depois para a Pra\u00e7a da Paz Celestial. Ele tinha raz\u00e3o, as l\u00e1grimas chegaram outra vez. Sentindo que eu precisava erguer muros para controlar tanta emo\u00e7\u00e3o, ele me colocou em suas costas, abriu as asas e voamos para a Grande Muralha. Muitos degraus depois e um cansa\u00e7o quase t\u00e3o grande quanto ela, tentei entender l\u00e1 do alto aquele povo, suas dinastias, suas lutas, seus sorrisos t\u00edmidos diante do meu ingl\u00eas.<\/br>\n<\/br>\nDois dias depois, j\u00e1 menos assustada e mais encantada com esse pa\u00eds onde o antigo e o supermoderno convivem, sou novamente surpreendida por um robozinho que bateu na porta do meu quarto do hotel, falou coisas em chin\u00eas e abriu sua portinha me oferecendo a coca-cola que eu havia pedido por telefone. A China n\u00e3o \u00e9 para principiantes, pensei.<\/br>\nVoc\u00ea ainda n\u00e3o viu nada, exclamou meu amigo drag\u00e3o, agora soltando labaredas azuis. Fomos para Xian em um trem-bala a 350 km por hora e os oito mil soldados de terracota me encararam: estamos aqui para proteger o Imperador Qin em seu mausol\u00e9u, explicaram eles, exibindo seus cavalos, seus arcos, seus generais. E o Drag\u00e3o, que me confessou gostar de ruas peatonais, de restaurantes elegantes e de comer pato laqueado, me levou para desfrutar de tudo isso. Nos caminhos, esbarrei em muitas garotas e garotos vestidos com roupas tradicionais, espalhando beleza pelas ruas e pelo TikTok. \u00c9 para isso que se vestem assim, explicou o meu amigo.<\/br>\n<\/br>\nDe Xian fomos para Chengdu, onde eu quis ver os pandas. Mas como fazia muito calor e a pandemia os havia assustado, eles me pediram desculpas e se mantiveram longe e dorminhocos no meio daquele parque lindo. Um pouco frustrada, me contentei com um de pel\u00facia.<\/br>\nN\u00e3o figue triste, voc\u00ea vai se encantar com o que vai ver agora, falou baixinho o meu amigo. E me levou para os arredores da cidade, onde um museu ultramoderno abriga cole\u00e7\u00e3o maravilhosa de artefatos do povo sanxingdu\u00ed, que viveu 1.500 anos antes de Cristo e produziu pe\u00e7as lind\u00edssimas em cobre, jade e ouro. O museu moderno com pe\u00e7as antigas, a China antiga com suas pontes e cidades supermodernas, minha cabe\u00e7a estava dando n\u00f3s, mas, incans\u00e1vel, meu amigo drag\u00e3o n\u00e3o deu tr\u00e9gua, me levou a Guilin. Voc\u00ea vai adorar, disse ele com olhos de afeto. E no meio de uma cadeia de montanhas alt\u00edssimas e pontiagudas, deslizamos de barco pelo Rio Li, vendo as embarca\u00e7\u00f5es feitas de bambu e seus barqueiros fazendo-as navegar com a for\u00e7a de seus bra\u00e7os e a ponta das varas. Com meus olhos j\u00e1 inundados de beleza, quando chegou a noite ele me levou a um espet\u00e1culo, o mais lindo que j\u00e1 vi, com 600 artistas atuando nas margens e dentro do rio, tendo as montanhas iluminadas como cen\u00e1rio. Adormeci embalada em harmonia e paz, com meu amigo drag\u00e3o sorrindo ao me ver assim feliz.<\/br>\n<\/br>\nNo dia seguinte, mais ruas peatonais \u2014 sim, ele gosta \u2014, mais jovens vestidos a car\u00e1ter, mais McDonald&#8217;s e Starbucks, todas as marcas internacionais luxuosas, e eu me perguntando que pa\u00eds comunista \u00e9 esse? N\u00e3o se preocupe com essas bobagens, ele me aconselhou. E fomos caminhando, eu j\u00e1 com alguma fome, mas sem vontade de comer a comida de rua que exp\u00f5e nas bancas coisas estranhas, como cabe\u00e7as de galinha, de coelhos, sapos fritos, pombas, peixes vivos em aqu\u00e1rios. Passamos muita fome antigamente, ele disse, comemos de tudo, mas cachorro, n\u00e3o, isso \u00e9 invencionice de voc\u00eas, complementou. Dessa vez, quem ficou vermelha fui eu, mas de vergonha. Ele fingiu n\u00e3o ver e afirmou que ia me mostrar coisas ainda mais impactantes. Subi novamente nas suas costas e voamos ent\u00e3o para Shangai. L\u00e1, no 158\u00ba andar, ele apontou para o skyline da cidade com aquelas centenas de pr\u00e9dios cutucando o c\u00e9u e me disse: h\u00e1 35 anos tudo isso aqui era uma imensa planta\u00e7\u00e3o de arroz. Vendo meu espanto, ele agora soltou labaredas cor de rosa e seguimos para o bairro ingl\u00eas, depois para o lind\u00edssimo bairro franc\u00eas: sim, cada um pegou uma parte nossa e o Jap\u00e3o foi o pior de todos, mas isso teve fim, ele vociferou. Agora tudo \u00e9 nosso e o Estado tem toda a propriedade da terra, para o bem de nosso povo, prosseguiu ele. Voc\u00ea \u00e9 um drag\u00e3o comunista?, perguntei. Mas antes que ele me respondesse, olhei para a rua em que est\u00e1vamos e vi novamente as vitrines da Chanel, Gucci, Louis Vuitton, Balenciaga, os carros luxuosos e me contentei com a sua falta de resposta.<\/br>\n<\/br>\nAgora quero ir para Hong Kong, falei. Com uma cara um pouco triste, ele afirmou que eu deveria ir sem ele: s\u00e3o muitos ingleses para o meu gosto, dirigem carros na outra m\u00e3o, falam outra l\u00edngua, usam outra moeda e at\u00e9 WhatsApp eles t\u00eam. Fico por aqui, reiterou. Sentindo que n\u00e3o adiantava insistir, nos abra\u00e7amos muito e entrei no avi\u00e3o. Queria muito traz\u00ea-lo para a minha casa, mas ele recusou o convite. Estamos no ano do Drag\u00e3o, tenho muitas coisas para fazer, al\u00e9m de cuidar de voc\u00ea, disse ele me dando um abra\u00e7o apertado. Retribu\u00ed, mas sei que vou sentir muito a falta dele. O jeito foi comprar um de brinquedo.<\/br>\n<\/br>\nHong Kong? Claro que fui, mas essa \u00e9 uma hist\u00f3ria que fica para uma outra vez.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"800\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22.jpg?resize=800%2C800&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-56642 size-full\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=800%2C800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=400%2C400&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=1536%2C1536&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=2048%2C2048&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=510%2C510&amp;ssl=1 510w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?resize=64%2C64&amp;ssl=1 64w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/DSC9284-22-scaled.jpg?w=2340&amp;ssl=1 2340w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>Lidia Izecson de Carvalho \u00e9 mestra em Educa\u00e7\u00e3o e autora das obras infantis <em>Cad\u00ea o meu av\u00f4?<\/em> (2004), <em>Almanaque: cortes e recortes da terra paulista<\/em> (2006), <em>Olhos do mundo<\/em> (2012), <em>Confus\u00f5es de dona Ana<\/em> (2014), e dos livros de contos <em>N\u00e3o somos n\u00f3s<\/em> (2014) e <em>Serid\u00f3 e outras hist\u00f3rias<\/em> (2020), selecionado como finalista do Pr\u00eamio Jabuti 2021, categoria Contos. Pela Caravana, publicou <em>Cad\u00ea o meu passado?<\/em> (2024).<\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Chegar na China por Pequim \u00e9 assombrar-se. \u00c9 entrar em uma modernidade ainda n\u00e3o vivida por n\u00f3s e tamb\u00e9m mergulhar em uma cultura com mais de 5 mil anos. 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A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. Com o livro pronto, o pr\u00f3prio autor j\u00e1 n\u00e3o se lembra das pequenas inspira\u00e7\u00f5es que o envolveram para que criasse cada momento da hist\u00f3ria. Como escrevo romances policiais, come\u00e7o criando uma estrutura de come\u00e7o, meio e fim ou crime, investiga\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. Pego um fato real, que seleciono entre as tantas trag\u00e9dias que s\u00e3o noticiadas pela m\u00eddia, e parto para a fic\u00e7\u00e3o. Da\u00ed, qualquer semelhan\u00e7a com a realidade \u00e9 mera coincid\u00eancia. Quando monto a estrutura, o que preciso saber \u00e9 o que o leitor vai perguntar durante toda a leitura: Quem \u00e9 o assassino(a)? Eu, como autora, tenho de saber quem matou para ir levando a hist\u00f3ria nessa dire\u00e7\u00e3o.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/es_uy\/a-china-pelo-meu-olhar\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A China pelo meu olhar - Caravana Grupo Editorial\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Na \u00faltima FLIP (novembro de 2023) participei da mesa que fez bastante sucesso. A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. Com o livro pronto, o pr\u00f3prio autor j\u00e1 n\u00e3o se lembra das pequenas inspira\u00e7\u00f5es que o envolveram para que criasse cada momento da hist\u00f3ria. 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