{"id":36105,"date":"2024-01-17T01:01:00","date_gmt":"2024-01-17T04:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/?p=36105"},"modified":"2026-02-09T17:01:40","modified_gmt":"2026-02-09T20:01:40","slug":"epopeias-contemporaneas-historias-dos-povos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/es_uy\/epopeias-contemporaneas-historias-dos-povos\/","title":{"rendered":"Epopeias contempor\u00e2neas: hist\u00f3rias dos povos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Como escrever um \u00e9pico contempor\u00e2neo? No campo dos Estudos Liter\u00e1rios, levantou-se uma hip\u00f3tese, que permanece basilar para os debates sobre o g\u00eanero, de que a antiga epopeia, em verso, deu lugar ao moderno romance, em prosa. Passou-se das narrativas heroicas e coletivas; para as hist\u00f3rias cotidianas e individuais. O her\u00f3i sofreu uma transforma\u00e7\u00e3o e aposentou-se de suas fa\u00e7anhas. Pendurou as chuteiras. O mundo se desencantou.<\/br>\n<\/br>\nRecentemente, comecei a ler poemas de Marcus Accioly (1943\u20132017), escritor que se vinculou ao Movimento Armorial, em Pernambuco. Movimento esse cujo objetivo foi o de criar uma s\u00edntese enraizada de arte erudita e de cultura popular nordestina. As realiza\u00e7\u00f5es mais famosas desse intento foram a pe\u00e7a de teatro <i>Auto da Compadecida<\/i>, de Ariano Suassuna, e o <i>Quinteto Armorial<\/i>, com sua m\u00fasica de c\u00e2mara.<\/br>\n<\/br>\nVoltando a Accioly, nos \u00faltimos meses, comecei a ler poemas seus contidos em <i>Nordestinados<\/i> (1971) e <i>Latinom\u00e9rica<\/i> (2001). S\u00e3o duas obras que, em tempos distintos, e com propostas singulares, na progress\u00e3o de arte e de vida desse autor, des\u00e1guam numa foz \u00e9pica, hom\u00e9rica, popular, coletiva, que toma outro rumo, diverso da hip\u00f3tese mencionada da morte da epopeia. Esse \u00e9 um percurso percorrido na poesia.<\/br>\n<\/br>\nNo primeiro livro, chamou-me a aten\u00e7\u00e3o uma s\u00e9rie de poemas que retratam a paisagem, como nestes versos de \u201cSert\u00e3o\u201d:<\/br>\n<\/br>\nO Sert\u00e3o principia<\/br>\nDepois que acaba a terra,<\/br>\nOu, sendo mais exato,<\/br>\nOnde come\u00e7a a pedra.<\/br>\n<\/br>\nA paisagem, contudo, n\u00e3o \u00e9 a-hist\u00f3rica. Nela, acontecem perip\u00e9cias que envolvem o homem e a terra (ocupada e produtiva), como se pode perceber em \u201cA Mata-Seca\u201d:<\/br>\n<\/br>\nOs vest\u00edgios da mata<\/br>\nCobrindo as cocurutas,<\/br>\nE o reflorestamento<\/br>\nDos engenhos de a\u00e7\u00facar.<\/br>\n<\/br>\nJ\u00e1 no seu t\u00edtulo, <i>Nordestinados<\/i> prefigura uma rela\u00e7\u00e3o \u00e9pico-coletiva, focando-se no eco do destino do povo nordestino, na sua sina e nos seus personagens, indistintos da terra em que pisam as suas alpercatas.<\/br>\n<\/br>\n<i>Latinom\u00e9rica<\/i>, por sua vez, cujo trocadilho pensa uma Am\u00e9rica Latina hom\u00e9rica, mistura as formas cl\u00e1ssicas da epopeia com formas po\u00e9ticas modernas. H\u00e1 uma luta que acontece num ringue de boxe, em v\u00e1rios rounds, os quais seriam equivalentes aos cantos epopeicos. <i>Latinom\u00e9rica<\/i> canta a hist\u00f3ria dos povos latinoamericanos, em suas pugnas contra os colonizadores de ontem e de hoje.<\/br>\n<\/br>\nUm dos personagens dessa hist\u00f3ria \u00e9 Bol\u00edvar, general venezuelano que libertou v\u00e1rios pa\u00edses do jugo espanhol, buscando a unidade pol\u00edtica das diversas na\u00e7\u00f5es numa grande p\u00e1tria latino-americana. Accioly o relembra em versos, assim:<\/br>\n<\/br>\nSim\u00f3n (Sim\u00f3n Bol\u00edvar) General<\/br>\nLibertador (liberta a dor) liberta<\/br>\n(n\u00e3o mais da Europa) a Am\u00e9rica Central<\/br>\ne a Am\u00e9rica do Sul das m\u00e3os da Am\u00e9rica<\/br>\ndo Norte (a nova Espanha-Portugal)<\/br>\nque a Gr\u00e3-Col\u00f4mbia (ou a Venezuela<\/br>\nNova Granada e Quito) j\u00e1 n\u00e3o vive<\/br>\n(como um dia viveu contigo) livre.<\/br>\n<\/br>\nBol\u00edvar foi um nome pr\u00f3prio, mais que uma biografia, sob o qual estavam se encontrando multid\u00f5es que resistiram ao imp\u00e9rio espanhol. Como o destino da Am\u00e9rica Latina perpassa um problema comum, o poeta brasileiro n\u00e3o deixou de recordar nossa proximidade ib\u00e9rica ao mencionar o imp\u00e9rio portugu\u00eas, ligado ao castelhano por um h\u00edfen. E tamb\u00e9m que a liberta\u00e7\u00e3o est\u00e1 inconclusa, pois, al\u00e9m de Bol\u00edvar n\u00e3o ter completado seu projeto de unifica\u00e7\u00e3o (permanecemos fragmentados), ainda n\u00e3o somos livres em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Am\u00e9rica do Norte, os Estados Unidos, que ocuparam o lugar de colonizador dos antigos imp\u00e9rios ib\u00e9ricos. Durante o s\u00e9culo XX, os EUA estiveram ativamente incentivando ditaduras militares por todo continente. Neste terceiro mil\u00eanio, mant\u00e9m ainda seu dom\u00ednio b\u00e9lico-econ\u00f4mico atrav\u00e9s da diplomacia do d\u00f3lar.<\/br>\n<\/br>\nCogitando essas diversas epopeias, existentes, no Nordeste, na Am\u00e9rica Latina, ou mesmo na \u00c1frica, na \u00c1sia, onde for, em suas lutas seculares contra o latif\u00fandio dos Engenhos de A\u00e7\u00facar, contra as companhias bananeiras caribenhas, contra a Guerra do \u00d3pio brit\u00e2nica, uma \u00e9pica das narrativas populares ainda \u00e9 poss\u00edvel. Basta, Musas, refrescar nossa mem\u00f3ria, na contracorrente, e na for\u00e7a dos bilh\u00f5es de seres humanos que anseiam e se insurgem contra um mundo desencantado, submetido.<\/br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"800\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=800%2C800&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-36107 size-full\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=800%2C800&amp;ssl=1 800w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=400%2C400&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=1536%2C1536&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=2048%2C2048&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=510%2C510&amp;ssl=1 510w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?resize=64%2C64&amp;ssl=1 64w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/01\/Andre-Serrano.-Foto.2.jpg?w=2340&amp;ssl=1 2340w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>Andr\u00e9 Lu\u00eds de Macedo Serrano \u00e9 natural de Vila Velha, Esp\u00edrito Santo. \u00c9 professor de portugu\u00eas e pesquisador na \u00e1rea de Literatura. Escritor estreante, compartilha seus experimentos de minicontos no endere\u00e7o eletr\u00f4nico <a href=\"https:\/\/medium.com\/@macedo.andre92\">https:\/\/medium.com\/@macedo.andre92<\/a>. \u00c9 autor de Antiqu\u00e1rio, livro de contos publicado pela Caravana.<\/p>\n<\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como escrever um \u00e9pico contempor\u00e2neo? 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A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. Com o livro pronto, o pr\u00f3prio autor j\u00e1 n\u00e3o se lembra das pequenas inspira\u00e7\u00f5es que o envolveram para que criasse cada momento da hist\u00f3ria. Como escrevo romances policiais, come\u00e7o criando uma estrutura de come\u00e7o, meio e fim ou crime, investiga\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. Pego um fato real, que seleciono entre as tantas trag\u00e9dias que s\u00e3o noticiadas pela m\u00eddia, e parto para a fic\u00e7\u00e3o. Da\u00ed, qualquer semelhan\u00e7a com a realidade \u00e9 mera coincid\u00eancia. Quando monto a estrutura, o que preciso saber \u00e9 o que o leitor vai perguntar durante toda a leitura: Quem \u00e9 o assassino(a)? Eu, como autora, tenho de saber quem matou para ir levando a hist\u00f3ria nessa dire\u00e7\u00e3o.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/es_uy\/epopeias-contemporaneas-historias-dos-povos\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Epopeias contempor\u00e2neas: hist\u00f3rias dos povos - Caravana Grupo Editorial\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Na \u00faltima FLIP (novembro de 2023) participei da mesa que fez bastante sucesso. A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. 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A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. Com o livro pronto, o pr\u00f3prio autor j\u00e1 n\u00e3o se lembra das pequenas inspira\u00e7\u00f5es que o envolveram para que criasse cada momento da hist\u00f3ria. Como escrevo romances policiais, come\u00e7o criando uma estrutura de come\u00e7o, meio e fim ou crime, investiga\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. Pego um fato real, que seleciono entre as tantas trag\u00e9dias que s\u00e3o noticiadas pela m\u00eddia, e parto para a fic\u00e7\u00e3o. Da\u00ed, qualquer semelhan\u00e7a com a realidade \u00e9 mera coincid\u00eancia. Quando monto a estrutura, o que preciso saber \u00e9 o que o leitor vai perguntar durante toda a leitura: Quem \u00e9 o assassino(a)? 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