{"id":49977,"date":"2024-09-25T02:50:00","date_gmt":"2024-09-25T05:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/?p=49977"},"modified":"2026-02-09T17:01:40","modified_gmt":"2026-02-09T20:01:40","slug":"quando-as-cidades-se-corrompem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/es\/quando-as-cidades-se-corrompem\/","title":{"rendered":"Quando as cidades se corrompem"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"text-align: justify;\">A corrup\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de toda uma cidade supostamente incorrupt\u00edvel \u00e9 tema recorrente na literatura e j\u00e1 apareceu sob v\u00e1rias formas em diversos pa\u00edses. Autores como o estadunidense Mark Twain (1835\u20131910), o brasileiro Lima Barreto (1881\u20131922), e o sui\u00e7o Friedrich D\u00fcrrenmatt (1921\u20131990) abordaram este tema de modo bastante criativo.<\/br>\n<\/br>\n<h3>O homem que corrompeu Hadleyburg<\/h3><\/br>\n<\/br>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas na boa Literatura, em poesia ou em prosa, esses elementos tornam singular, particular, um modo de trabalhar a linguagem de modo a afastar os objetos do comum, as a\u00e7\u00f5es, do corriqueiro, trazendo estranheza \u00e0 pr\u00f3pria linguagem liter\u00e1ria. Essa estranheza constitui a singulariza\u00e7\u00e3o do discurso de cada escritor, em determinado texto, despertando uma particularidade da escrita de cria\u00e7\u00e3o batizada pelo velho conceito russo de \u201costranenie\u201d criado pelo te\u00f3rico russo Viktor Chkl\u00f3vski (1893-1984), em texto de 1917 que ficou famoso, \u201cA arte como procedimento\u201d.1 Nele, o pensador, considerando n\u00e3o s\u00f3 a produ\u00e7\u00e3o criativa, mas seu efeito no receptor, leitor ou espectador. Ressalta um importante princ\u00edpio pertinente \u00e0 natureza da aprecia\u00e7\u00e3o da obra de arte: o \u201cato de percep\u00e7\u00e3o em arte \u00e9 um fim em si e deve ser prolongado; a arte \u00e9 um meio de experimentar o devir do objeto, o que j\u00e1 \u00e9 \u2018passado\u2019 n\u00e3o importa para a arte\u201d (1978, p.45).<\/br>\n<\/br>\nO procedimento, mencionado no t\u00edtulo do trabalho, \u00e9 aquele que faz com que o que est\u00e1 dito traga a surpresa do olhar inaugural sobre o que se v\u00ea, ainda que o que se v\u00ea seja algo conhecido, como um amanhecer, por exemplo. O estranhamento (\u201costranenie\u201d) de que fala Chklovski \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o, produzida no leitor, de que aquilo que l\u00ea o toca como se fosse uma descoberta nova. Se o texto provoca este efeito de tornar estranho (novo) o que \u00e9 familiar, ent\u00e3o o escritor conseguiu criar uma \u2018singulariza\u00e7\u00e3o\u2019: renovado, o objeto foi singularizado, os elementos da composi\u00e7\u00e3o do texto conseguiram abalar a natureza do que foi dito, tornando tudo inaugural, seja enredo, personagens ou ambiente. Se aconteceu o processo, o leitor percebe que lidou com um obscurecimento da forma e lidou com a \u201cdificuldade e [a] dura\u00e7\u00e3o da percep\u00e7\u00e3o\u201d (Chklovski, 1978, p. 45).<\/br><\/p>\n<\/br>\n<h2>Trilogia curta da vida breve<\/h2><\/br>\n<\/br>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1899, Mark Twain explorou a falibilidade humana e os perigos da tenta\u00e7\u00e3o no conto \u201cO homem que corrompeu Hadleyburg\u201d. Nesta hist\u00f3ria, Twain destila toda sua ironia ao apropriar-se de um trecho da ora\u00e7\u00e3o O Pai Nosso para atacar a pretensa incorruptibilidade humana. A popula\u00e7\u00e3o de Hadleyburg ao longo dos anos havia ganhado reputa\u00e7\u00e3o de incorruptibilidade e se esfor\u00e7a para evitar a tenta\u00e7\u00e3o e manter-se imaculada, chegando, at\u00e9 mesmo, a doutrinar suas crian\u00e7as desde cedo. Um forasteiro que havia sido ofendido nesta cidade busca vingan\u00e7a contra sua popula\u00e7\u00e3o e passa a tent\u00e1-la com uma recompensa em moedas de ouro por um (falso) ato de bondade supostamente esquecido. Depois de receberem dicas an\u00f4nimas por ele fornecidas, dezenove das vinte fam\u00edlias mais proeminentes da cidade reivindicam a recompensa sob falsos pretextos, mas tornando p\u00fablicas suas mentiras facilmente comprovadas. A desonestidade dessas pessoas supostamente honestas vem \u00e0 tona numa reuni\u00e3o aberta e eles s\u00e3o publicamente desmascarados, fazendo com que o lema da cidade mude de &#8220;N\u00e3o nos deixeis cair em tenta\u00e7\u00e3o&#8221; para &#8220;Deixai-nos cair em tenta\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/br><\/p>\n<\/br>\n<h2>A nova California, de Lima Barreto<\/h2>\n<\/br>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tema semelhante de corrup\u00e7\u00e3o de uma cidade envolvendo um forasteiro (mas sem estar ligado a uma vingan\u00e7a) tamb\u00e9m aparece no conto \u201cA nova Calif\u00f3rnia\u201d, de Lima Barreto. Escrito em 10 de novembro de 1910, foi originalmente publicado em 1911 e depois republicado em 1915 como ap\u00eandice do romance Triste Fim de Policarpo Quaresma. O conto foi adaptado para o cinema em 1957 por Carlos Alberto de Souza e C\u00e9sar Memolo Jr com o t\u00edtulo Osso, amor e papagaios e tamb\u00e9m para a novela de televis\u00e3o Fera ferida (1993).\nA hist\u00f3ria tem como cen\u00e1rio a pequena cidade fict\u00edcia Tubiacanga, no interior do Rio de Janeiro. O forasteiro Raimundo Flamel chega ao local e se torna objeto de curiosidade da cidade por ser uma pessoa reclusa. Logo, o m\u00e9dico e farmac\u00eautico local descobre sua fama de qu\u00edmico conhecido internacionalmente. Um dia, Flamel visita o m\u00e9dico e revela a descoberta de um processo que transforma ossos em ouro e o convida a ir a sua casa com mais duas pessoas proeminentes da cidade para revelar o seu achado. Ap\u00f3s o encontro, o forasteiro desaparece misteriosamente e os t\u00famulos do cemit\u00e9rio local passam a ser saqueados. A popula\u00e7\u00e3o monta guarda e descobre os infratores. Ao descobrirem a causa, toda a popula\u00e7\u00e3o da cidade passa a retirar os ossos dos corpos do cemit\u00e9rio na esperan\u00e7a de enriquecer com o suposto processo de transmuta\u00e7\u00e3o. Quando os ossos dos mortos se esgotam, os habitantes de Tubiacanga come\u00e7am a se matar uns aos outros.<\/br><\/p>\n<\/br> \n<h2>A Visita da Velha Senhora<\/h2><\/br>\n<\/br>\n<p style=\"text-align: justify;\">O dramaturgo su\u00ed\u00e7o Friedrich D\u00fcrrenmatt (1921\u20131990) retoma o tema em 1956 na sua famosa tragicom\u00e9dia A Visita da Velha Senhora que se tornou obra-prima da dramaturgia mundial, com diversas adapta\u00e7\u00f5es para filme, s\u00e9rie e \u00f3pera pelo mundo afora. A princ\u00edpio, D\u00fcrrenmatt havia concebido o texto como um conto que se passava nos Estados Unidos e se intitulava \u201cEclipse Lunar\u201d. Neste enredo inicial, um antigo morador da aldeia, agora rico, pagava os alde\u00f5es para eliminarem seu velho rival. Em 1958, a pe\u00e7a de D\u00fcrrenmatt passou pela Broadway e at\u00e9 hoje percorre o mundo e diversas cidades brasileiras. Uma recente montagem trazida pela primeira vez a Salvador pelo brilhante diretor Gil Vicente Tavares, com dramaturgia de Cleise Mendes, ainda se encontra em cartaz at\u00e9 o final de setembro.<\/br>\nA pe\u00e7a narra o retorno da vi\u00fava bilion\u00e1ria Claire Zachanassian ao seu vilarejo natal, chamado Barro Mole (G\u00fcllen, no original, palavra alem\u00e3 que significa estrume l\u00edquido, chorume). Ao chegar \u00e0 cidade, cujos moradores se consideram incorrupt\u00edveis e a veem como a salva\u00e7\u00e3o de sua mis\u00e9ria, ela \u00e9 recebida calorosamente e de forma interesseira pelos eminentes representantes da sociedade (o prefeito, o chefe da pol\u00edcia, o professor, o sacerdote e o seu antigo namorado Alfred). Ap\u00f3s desconstruir o bajulador discurso de recep\u00e7\u00e3o do prefeito, Claire afirma que o mundo fez dela uma mulher da vida e ela quer fazer dele um bordel. Em seguida, faz uma oferta indecente \u00e0 popula\u00e7\u00e3o aparentemente imaculada: todos ganhariam uma enorme quantia, mas somente ap\u00f3s assassinar Alfred como vingan\u00e7a pelas atrocidades por ele cometidas contra ela. Ap\u00f3s engravid\u00e1-la, ele a abandonou \u00e0 sua sorte, negando a paternidade da crian\u00e7a que ela estava gestando e contratou duas pessoas para dizerem que haviam tido rela\u00e7\u00f5es com ela e comprado a senten\u00e7a de um juiz a seu favor. Os moradores inicialmente rejeitam a proposta, mas a perspectiva de riqueza \u00e9 por demais tentadora e a resist\u00eancia \u00e0 proposta imoral vai desaparecendo ao tempo em que os representantes da moralidade local v\u00e3o revelando seu lado tenebroso e ego\u00edsta e os fr\u00e1geis escr\u00fapulos morais v\u00e3o desaparecendo. Os habitantes acabam cedendo \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o e, em assembleia, decidem executar Alfred.<\/br><\/p>\n<\/br> \n<h2>O texto teatral e suas adapta\u00e7\u00f5es<\/h2><\/br>\n<\/br>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pe\u00e7a estreou em Zurique em 1956 e, neste mesmo ano, foi adaptada para o p\u00fablico brit\u00e2nico por Maurice Valency e dirigida em Londres por Peter Brooke. Ap\u00f3s um tour pelo Reino Unido, foi levada aos palcos da Broadway. O texto dram\u00e1tico possui algumas adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas. Sua primeira vers\u00e3o filmada em l\u00edngua alem\u00e3 \u00e9 de 1959. Em 1964, foi produzida uma vers\u00e3o da obra em Hollywood, estrelando Ingrid Bergman como Zachanassian e Anthony Quinn como Alfred.<\/br> \nFoi adaptada pelo pr\u00f3prio autor para um libreto de \u00f3pera e musicada pelo compositor Gottfried von Einem, e estreou em 1971.<\/br>\nEm 1976, foi adaptada para a Televis\u00e3o Nacional Libanesa e dirigida por Antoine Remi, tornando o autor conhecido do p\u00fablico \u00e1rabe. Em 1989, surgiu a vers\u00e3o f\u00edlmica russa em duas partes, dirigida por Mikhail Kozakov. Em 1992, a vers\u00e3o f\u00edlmica senegalesa entrou para o Festival de Cannes como uma alegoria do neocolonialismo, dirigida por Djibril Diop. Em 1995, uma vers\u00e3o com Lauren Bacall e Joss Ackland participou do Festival de Artes Chichester. Em 1996, sob dire\u00e7\u00e3o de Jorge Polaco, surge a vers\u00e3o argentina que obteve o Pr\u00eamio Especial do J\u00fari do Festival de Filme Internacional Amiens.<\/br>\nUma adapta\u00e7\u00e3o musical de John Kander, Fred Ebb e Terence McNally, dirigida por Frank Galati, estreou em Chicago em 2001, depois revisada em 2008 e apresentada em Arlington, Virg\u00ednia. Em 2015, John Doyle dirigiu outra vers\u00e3o levada \u00e0 Broadway por Roger Rees e Rivera. Tony Kushner escreveu outra adapta\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas, levada ao National Theatre de Londres em 2020, com dire\u00e7\u00e3o de Jeremy Herrin, mudando o cen\u00e1rio de G\u00fcllen para a fict\u00edcia Slurry, em Nova York. No Ir\u00e3, Hamid Samandarian traduziu o script para o persa, trazendo-a ao teatro e em seguida Hadi Hejazifar transformou-a num musical. Em 2021, Mohsen Gharaie fez o premiado filme iraniano (Without Everything) baseado na pe\u00e7a.<\/br><\/p>\n<\/br> \n<h2>A fragilidade da alma humana<\/h2><\/br>\n<\/br> \n<p style=\"text-align: justify;\">Todos estes textos tratam da hipocrisia humana e da fragilidade de nosso car\u00e1ter e de nossas certezas. Eles nos confrontam com quest\u00f5es \u00e9ticas e provocam inquieta\u00e7\u00f5es e perguntas sobre o que far\u00edamos se nos encontr\u00e1ssemos nas situa\u00e7\u00f5es propostas por estes escritores. A sua leitura (ou a experi\u00eancia de assistir \u00e0s suas adapta\u00e7\u00f5es teatrais, musicais ou cinematogr\u00e1ficas) ajuda-nos a compreender aquilo que se esconde no mais rec\u00f4ndito de nossa alma. Eles nos mostram que as fronteiras entre a dec\u00eancia do comportamento humano e o obscuro desejo de poder e riqueza s\u00e3o bastante fr\u00e1geis e facilmente corromp\u00edveis e nos revelam que o senso de \u00e9tica, honestidade e moralidade \u00e9 facilmente desconstru\u00eddo pela tenta\u00e7\u00e3o, a depender da situa\u00e7\u00e3o e da necessidade.<\/br><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"757\" height=\"757\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?resize=757%2C757&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-49981 size-full\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?w=757&amp;ssl=1 757w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?resize=400%2C400&amp;ssl=1 400w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?resize=510%2C510&amp;ssl=1 510w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?resize=100%2C100&amp;ssl=1 100w, https:\/\/i0.wp.com\/caravanagrupoeditorial.com\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/1a3070de-10b4-45fb-9d35-755b1172efd42.jpg?resize=64%2C64&amp;ssl=1 64w\" sizes=\"auto, (max-width: 757px) 100vw, 757px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>D\u00e9cio Torres Cruz \u00e9 Membro da Academia de Letras da Bahia e da Academia Contempor\u00e2nea de Letras de S\u00e3o Paulo. Autor, dentre outros, de <em>A poesia da matem\u00e1tica<\/em> (2024), <em>Hist\u00f3rias roubadas<\/em> (2022) e <em>Paisagens interiores<\/em> (2021).<\/p>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A corrup\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o de toda uma cidade supostamente incorrupt\u00edvel \u00e9 tema recorrente na literatura e j\u00e1 apareceu sob v\u00e1rias formas em diversos pa\u00edses. 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A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. Com o livro pronto, o pr\u00f3prio autor j\u00e1 n\u00e3o se lembra das pequenas inspira\u00e7\u00f5es que o envolveram para que criasse cada momento da hist\u00f3ria. Como escrevo romances policiais, come\u00e7o criando uma estrutura de come\u00e7o, meio e fim ou crime, investiga\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. Pego um fato real, que seleciono entre as tantas trag\u00e9dias que s\u00e3o noticiadas pela m\u00eddia, e parto para a fic\u00e7\u00e3o. Da\u00ed, qualquer semelhan\u00e7a com a realidade \u00e9 mera coincid\u00eancia. Quando monto a estrutura, o que preciso saber \u00e9 o que o leitor vai perguntar durante toda a leitura: Quem \u00e9 o assassino(a)? Eu, como autora, tenho de saber quem matou para ir levando a hist\u00f3ria nessa dire\u00e7\u00e3o.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/caravanagrupoeditorial.com\/es\/quando-as-cidades-se-corrompem\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"es_ES\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Quando as cidades se corrompem - Caravana Grupo Editorial\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Na \u00faltima FLIP (novembro de 2023) participei da mesa que fez bastante sucesso. A quest\u00e3o era: Como nasce um romance? Esta \u00e9 uma pergunta que nos leva aos tantos mist\u00e9rios que a vida engloba. Com o livro pronto, o pr\u00f3prio autor j\u00e1 n\u00e3o se lembra das pequenas inspira\u00e7\u00f5es que o envolveram para que criasse cada momento da hist\u00f3ria. Como escrevo romances policiais, come\u00e7o criando uma estrutura de come\u00e7o, meio e fim ou crime, investiga\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o. Pego um fato real, que seleciono entre as tantas trag\u00e9dias que s\u00e3o noticiadas pela m\u00eddia, e parto para a fic\u00e7\u00e3o. Da\u00ed, qualquer semelhan\u00e7a com a realidade \u00e9 mera coincid\u00eancia. Quando monto a estrutura, o que preciso saber \u00e9 o que o leitor vai perguntar durante toda a leitura: Quem \u00e9 o assassino(a)? 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