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Primeira página de jornal nenhum


R$ 70,00

📅 Data de publicação no site: 11/04/2025

A poesia de Georgino Neto nos acende e nos ilumina: inventa uma imensidão de insignificâncias, sem exigir consultas a dicionários. Basta deixar o coração sentir para perceber “o desavesso da vida que ele inventa”. Feliz é quem divide com o poeta a janela da qual ele “desvê a grandiloquência das coisas, o olhar a alcançar apenas aquilo que é desimportante”. A importância da insignificância das coisas parece lição aprendida com Manoel de Barros, outro poeta que traz, em asas e na alma, a grandeza das coisas miúdas. Como seguidor do mestre pantaneiro, o nortemineiro confessa: “Possuo a serventia das desnecessidades miúdas…” Georgino não quer ser mar: basta-lhe rio ser. Puxe a cadeira. Abra este livro. Delicie-se com a poesia que salta da Primeira Página de Jornal Nenhum. “No mais, seguimos vivendo/Seguimos viventes…”

Karla Celene

Autor (a): Georgino Jorge de Souza Neto Categoria: Tags: , , ,

Georgino Neto é escritor, natural da cidade de Montes Claros, Minas Gerais, reconhecendo-se como um sertanejo dos Gerais. Atua no cenário cultural local participando de projetos ligados ao campo literário. É também docente de Ensino Superior. Autor de dois livros de poesias e contos, Poesia ainda que à tardinha e Outro livro, é membro da Academia Montesclarense de Letras, ocupando a cadeira de n.º 27.

Título da obra: Primeira página de jornal nenhum
Autor: Georgino Jorge de Souza Neto
Gênero da Obra: Poesia
Formato: 14x23 cm
ISBN: 978
Número de páginas: 92
Editora: Caravana
Capa e Editoração eletrônica Ana Luiza Bilheiro Barata

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